segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Resolvendo Conflitos – Trabalhando com Partes

Olá Amigos,
Saúde e paz!
O artigo de hoje aborda o tema "conflitos" e como resolvê-los utilizando a Programação Neurolinguística (PNL). Para mim trouxe muito aprendizado. Espero que o mesmo ocorra com vocês.
Desejo-lhes muito crescimento, contínuo sucesso e uma semana feliz!
Atenciosamente,

Cláudia Conegundes





Muitos dos nossos objetivos para a carreira, família, amor, saúde e propósito na vida estão baseados nos pedidos, desejos ou expectativas de outras pessoas - pais, cônjuges, professores, religiosos, chefes e a sociedade. No entanto, esses não são os nossos objetivos pessoais e, portanto, não fornecem a energia que nos impulsiona para realmente alcançar o nosso mais elevado potencial. Quando lutamos contra os nossos objetivos, quase sempre existe algum conflito interno oculto que precisa de resolução. Muitas vezes somos menos ativos por causa desses conflitos internos.

Às vezes você pode ter um conflito interno ou uma incongruência sobre algum aspecto seu e sentir-se "indeciso". Na PNL, chamamos isso de partes e cada uma é capaz de ter intenções diferentes e de funcionar independente da outra. Você pode experimentar um conflito entre: o seu trabalho x passar mais tempo com a sua família, a sua carreira x a sua saúde, ser um empreendedor x evitar riscos, a liberdade x se estabelecer com algo especial.

O conflito de partes é, muitas vezes, revelado pelas palavras que você usa. Podem ser frases como "por um lado", "eu me sinto dividido sobre isso" ou "uma parte minha concorda com você." Os seus comportamentos podem sugerir atitudes diferentes, e essas atitudes podem variar em diferentes contextos. Você pode ter um tipo de comportamento no trabalho e um diferente em casa. Aqui está uma pergunta importante que você pode se fazer: se os seus colegas de trabalho e os seus familiares fossem reunidos no mesmo lugar e ao mesmo tempo, que tipo de comportamento você iria mostrar - quem você escolheria ser?

Do ponto de vista de níveis lógicos, as partes em conflito podem se formar nos seguintes níveis: 1) espiritual (seu propósito na vida), 2) identidade (quem você se vê sendo), 3) crenças/valores (de saúde ou de carreira) e 4) capacidades/estratégias (por exemplo, habilidades ou estratégias para ser ou não um bom pai). Quanto mais alto o nível lógico no qual são formadas as partes, mais generalizado o impacto. Partes no nível de identidade terão as suas próprias crenças e valores de apoio, bem como as diferentes capacidades e estratégias e podem atuar como entidades totalmente diferentes.

A noção de "partes" originou-se dos trabalhos da terapeuta familiar Virginia Satir e do fundador da terapia Gestalt, Fritz Perls. Alguns practitioners de PNL afirmam que as pessoas não deveriam ter nenhuma parte. A minha opinião é que as pessoas podem ter partes, desde que elas funcionem num sentido holístico. Por exemplo, é bom saber que eu tenho uma parte criativa, uma parte apaixonada ou uma que trabalhe para a minha segurança ou me forneça novos desafios. Essas partes expressam diferentes aspectos da minha natureza que eu sou capaz de acessar quando preciso de assistência específica. No entanto, um problema pode surgir quando duas ou mais partes estiverem em conflito e não cooperarem uma com a outra.

O squash visual é uma técnica da  PNL que foi criada por Richard Bandler e John Grinder na década de 1970. O propósito da técnica é integrar partes conflitantes. Desde então, ela se desenvolveu e evoluiu de inúmeras maneiras para incluir a exploração da  intenção positiva de cada parte usando a  segmentação para cima, a  negociação entre as partes bem como a ressignificação. Essa técnica revisada é muitas vezes referida como a Integração de Partes.






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